Após a estreia no romance com “As mariposas da morte”, a escritora paulista Bruna Corrêa se prepara para dar um novo passo em sua carreira literária.
Conhecida por suas histórias sombrias com protagonismo feminino e elementos de suspense e terror psicológico, a autora trabalha agora no lançamento do seu próximo livro, “A Ordem dos Caçadores”, que será publicado em 2026 pelo Grupo Avec Editora.

Publicitária de formação e escritora por vocação, Bruna começou a escrever ainda na adolescência, quando criava fanfics inspiradas em bandas de rock e heavy metal. Ao longo dos anos, a escrita permaneceu como um espaço de experimentação e amadurecimento narrativo.
Antes de chegar ao romance, participou de antologias e coletâneas, além de conquistar reconhecimento em concursos literários. Seu conto “O segredo de mamãe” foi semifinalista do Prêmio ABERST, dedicado à literatura policial, suspense e terror, e no ano seguinte, recebeu o Selo Destaque do prêmio com o conto “Nós”, lançado pela revista Diário Macabro.
Em 2025, Bruna fez sua estreia no romance com “As mariposas da morte”, lançado pela editora O Grifo. A obra ajudou a consolidar seu estilo marcado por atmosferas densas, conflitos psicológicos e personagens femininas complexas. A recepção do público abriu caminho para novos projetos e ampliou sua presença no cenário da ficção de suspense e horror contemporâneo no Brasil.

Seu próximo livro, “A Ordem dos Caçadores”, promete expandir esse universo narrativo. A obra mergulha em temas como fé, culpa, obediência e poder, com tensões entre o sagrado e o monstruoso, em uma trama regada por segredos e forças ocultas.
Para a autora, a nova história representa também uma continuidade de sua investigação sobre os monstros que habitam a realidade. “Acredito que é importante olharmos para as nossas sombras. É uma forma de entender que elas existem e de lidar com elas. Para mim, o horror está muito atrelado a isso”, afirma.
Atualmente morando em São Paulo, Bruna Corrêa segue desenvolvendo novos projetos literários enquanto se dedica à construção de narrativas que transitam entre o suspense, o terror e o drama psicológico, mantendo como marca central seu olhar aos conflitos humanos.
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