Herança é um conto de terror brasileiro escrito por Diego Betioli, autor de CEP e de A Última Estação. O e-book para Kindle já está em pré-venda na Amazon por R$ 2,99 e será entregue automaticamente aos leitores em 31 de outubro de 2026, dia do Halloween. Com 21 páginas, a história cabe em uma única sessão de leitura e reúne horror doméstico, crítica social e uma São Paulo que o leitor reconhece.
O lançamento em 31 de outubro coloca o conto no calendário do Halloween, mês em que o terror nacional costuma ganhar mais atenção dos leitores.
Sobre o que é Herança
Elisângela é diarista, mãe solteira e mora no bairro dos Pimentas, em Guarulhos. Atravessa a Grande São Paulo de ônibus, de casa em casa, para que a filha, Kamila, tenha um futuro diferente do dela e da mãe, que também trabalhou como diarista. Em um dia de serviço novo, chega quinze minutos atrasada a um velho sobrado geminado na rua Diogo Vaz, no Cambuci, onde a cliente, dona Leonora, a recebe com uma lista de regras: não mexer nos móveis, não tirar nada do lugar e bater antes de entrar no quarto dela.
Um dos quartos do andar de cima permanece trancado. Quando uma chave enferrujada aparece onde não deveria, a curiosidade de Elisângela fala mais alto, e a diarista começa a perceber que aquela casa guarda uma história muito mais antiga do que parece — e um mal ancestral com o qual ela se identifica e cujo segredo pode ser fatal.
Os diferenciais de Herança
Terror brasileiro com crítica social
A protagonista é uma mulher negra, de origem periférica, que depende do trabalho doméstico para sustentar a filha. A sinopse oficial descreve Herança como uma história sobre as amarras que atam as pessoas ao passado e ao futuro e sobre os abismos sociais de uma sociedade que tem a desigualdade como banquete. O medo, no conto, está ligado ao lugar que cada personagem ocupa na casa e na sociedade. A preocupação com exclusão e diferença já aparecia em CEP, o horror urbano de estreia solo do autor.
Uma São Paulo reconhecível
O conto sai dos Pimentas, em Guarulhos, e chega ao Cambuci, em São Paulo, depois de mais de duas horas de viagem em dois ônibus intermunicipais e um municipal, todos lotados. Rua Diogo Vaz, sobrados geminados, diaristas que conseguem clientes por indicação: os detalhes são da cidade real, e é nesse cenário concreto que o sobrenatural aparece.
Uma casa que se conta pelos detalhes
O horror de Herança é montado com objetos domésticos: o cheiro azedo da sala, a luz que entra pela fresta da cortina, os retratos de família na estante, o rádio ligado em um programa religioso no quarto de dona Leonora. A trilha sonora do dia de trabalho, com Negra Li nos fones de Elisângela e Roberto Carlos no rádio da patroa, mantém o conto no chão do cotidiano até o momento em que ele deixa de estar.
Leitura curta, pensada para uma noite
São 21 páginas e cerca de 4,4 mil palavras, o que dá em torno de 20 a 25 minutos de leitura. O formato de conto pede economia: poucos personagens, um espaço central e uma sequência de cenas que avança sem pausa. O preço de R$ 2,99 e o formato digital permitem ler no celular, no tablet ou no aplicativo Kindle.
Finalista do I Prêmio ABERST Inéditos
Herança foi finalista do I Prêmio ABERST Inéditos (2025), prêmio da Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror (ABERST), da qual Diego Betioli é membro. A primeira edição, de 2026, tem capa de Larissa Martins, revisão de Úrsula Antunes e diagramação do próprio autor.
Ficha técnica de Herança
Título: Herança
Autor: Diego Betioli
Categoria: Conto de terror urbano e social
Formato: e-book Kindle
Páginas: 21
Idioma: português
Lançamento: 31 de outubro de 2026, com pré-venda aberta
Preço: R$ 2,99 (valor da pré-venda na Amazon)
Capa: Larissa Martins
Revisão: Úrsula Antunes
Diagramação: Diego Betioli
Reconhecimento: finalista do I Prêmio ABERST Inéditos (2025)
Onde comprar: Herança na Amazon
Para quem é Herança
O conto serve a quem gosta de terror urbano e de casas cheias de segredos, a quem procura terror brasileiro com discussão social, na linha do que Diego Betioli já fez em CEP, e a quem prefere histórias curtas, que dão para ler de uma vez na noite de Halloween ou em qualquer outra. Por conter cenas de violência e referências a abuso e racismo, a leitura é indicada para o público adulto.
Sobre o autor
Diego Betioli nasceu em São Paulo, é publicitário de formação e conteudista digital. Cofundador do portal geek Meta Galáxia e membro da ABERST, estreou como autor publicado em 2018, com o thriller sobrenatural A Última Estação, escrito com Rodolfo Bezerra e lançado na Bienal de São Paulo daquele ano. Depois vieram CEP (2021), Em Casas (2022), o e-book O Que Sabem Essas Paredes, que concorreu ao Prêmio Kindle, e A Última Estação 2 (2024). No Halloween de 2024, o autor lançou o conto pós-apocalíptico Gesto Indigesto; em 2025, vieram os contos Má Hora e Bom Menino. Fã de Resident Evil e Silent Hill, Diego também mantém a newsletter de terror independente Tem Sexta Que É 13. Os demais trabalhos do autor estão em diegobetioli.com.br, e as novidades saem no Instagram @diegobetioli.

